19-01-26 | MOÇAMBIQUE CONSOLIDA-SE ENTRE OS GIGANTES DO INVESTIMENTO “UPSTREAM” EM ÁFRICA

O país integra a restrita lista dos oito maiores destinos de capital para a pesquisa e produção de hidrocarbonetos em 2025, impulsionado pelos projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL). MAPUTO – Moçambique reafirmou a sua posição como um dos destinos estratégicos para o investimento no sector de upstream (pesquisa e produção) de petróleo e gás em África. De acordo com dados recentes da consultora Wood Mackenzie, citada pelo portal Businesses Insider Africa, o país figurou entre os oito principais centros de investimento do continente em 2025, superando a fasquia dos 500 milhões de dólares em fluxos de capital. A Business Insiser África refere ainda que, a indústria de hidrocarbonetos em África atravessa uma fase de selectividade, onde as grandes multinacionais energéticas concentram os seus recursos em projectos de elevado potencial e menor risco. Neste cenário, Moçambique destaca-se ao lado de potências como a Nigéria e Angola, fruto do avanço dos seus projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL). Ao contrário dos anos anteriores, onde o petróleo dominava as atenções, o gás natural emergiu em 2025 como o principal motor de novos fluxos de capital. Moçambique, com as suas vastas reservas na Bacia do Rovuma, posiciona-se como um fornecedor crucial não apenas para os mercados da Europa e Ásia, mas também para o desenvolvimento industrial doméstico e geração de energia na região da África Austral. Enquanto a Nigéria liderou a lista com um investimento em activos de longo prazo de 5,3 mil milhões de dólares, Moçambique integra o grupo de elite que também garantiu importantes volumes de investimento (CAPEX) a par de países como o Uganda, Costa do Marfim e Gana. A análise da Wood Mackenzie sublinha que o sucesso contínuo de Moçambique e dos restantes centros depende da capacidade de converter o potencial de pesquisa em produção efectiva. O foco dos investidores está agora direccionado para as Decisões Finais de Investimento (FID), que exigem clareza regulatória e incentivos fiscais competitivos. O relatório destaca ainda que, as petrolíferas estrangeiras estão a reformular as suas carteiras, abandonando activos onshore de alto risco, duplicando o investimento em campos offshore e projectos de gás com maior vida útil de reservas. Com o mundo a navegar na transição energética, Moçambique mantém-se como uma fronteira estratégica de hidrocarbonetos. O país é visto como um dos “centros” que irá moldar a história do petróleo e gás em África e no mundo, nos próximos anos, desempenhando um papel fundamental na segurança energética global. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
16-01-2026 | PROJECTO CORAL NORTE FLNG ASSINALA NOVO MARCO COM O LANÇAMENTO DO CASCO DA UNIDADE FLUTUANTE

Geoje, – O Projecto Coral Norte FLNG atingiu um novo marco relevante com o lançamento do casco da unidade flutuante de produção de gás natural liquefeito (FLNG), realizado hoje no estaleiro da Samsung Heavy Industries, na República da Coreia, constituindo um passo determinante no avanço da fase de construção da infra-estrutura do projecto. Este evento confirma a entrada plena do projecto na fase de execução, na sequência da sua aprovação pelo Conselho de Ministros em Abril de 2025 e da Decisão Final de Investimento (FID) anunciada pelo consórcio liderado pela Eni Rovuma Basin (ERB) em Outubro do mesmo ano. O Coral Norte FLNG é uma réplica do Coral Sul FLNG, em operação e produção desde finais de 2022, e utilizará tecnologia de ponta para a produção de 3,55 milhões de toneladas de GNL por ano, a partir de seis poços submarinos. O gás produzido será destinado tanto ao mercado doméstico como à exportação. Até Novembro de 2025, o projecto havia atingido um progresso global superior a 43%, tendo sido assinados, em Dezembro, os principais contratos para a aquisição e instalação dos equipamentos críticos. Para 2026 estão previstos outros marcos determinantes, incluindo a perfuração dos poços de produção, a conclusão da estrutura financeira, a aprovação dos contratos de compra e venda de GNL e o fecho financeiro. Após a cerimónia do Lançamento do Casco, o Presidente do Conselho de Administração do INP, Engenheiro Nazário Bangalane, destacou que “este evento confirma que o Projecto Coral Norte FLNG está a transitar, de forma estruturada, da fase de planeamento para a fase de execução, em conformidade com o quadro legal, regulatório e contratual aprovado pelo Governo”. Bangalane sublinhou ainda que o papel do regulador é garantir previsibilidade, transparência e rigor na implementação dos grandes projectos estruturantes pelo que “o INP continuará a acompanhar de forma permanente e com rigor técnico todas as etapas do projecto, assegurando que os prazos, os investimentos, as obrigações contratuais e os compromissos de conteúdo local e sustentabilidade sejam integralmente cumpridos”, acrescentou. Com um investimento estimado em USD 7,2 mil milhões, o Coral Norte FLNG deverá gerar cerca de USD 23 mil milhões em receitas ao longo da sua vida útil, além de promover a criação de emprego, a capacitação da mão-de-obra moçambicana e a transferência de tecnologia. A unidade Coral Norte FLNG, actualmente em construção, será ancorada na Área 4 offshore da Bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, a cerca de 10 km da Coral Sul FLNG e a mais de 50 km da costa do distrito de Palma. O INP reafirma o seu compromisso de regular, fiscalizar e promover a gestão eficiente, transparente e sustentável dos recursos petrolíferos do país, assegurando que a implementação do Projecto Coral Norte FLNG decorra em estrita conformidade com o quadro legal e contratual em vigor e contribua de forma efectiva para o desenvolvimento económico e social de Moçambique, a eficiência energética e a valorização do conteúdo l
3º CONCURSO PARA A AQUISIÇÃO DE DADOS SÍSMICOS (2D, 3D) E POTENCIAIS ( AÉREOGRAVIMÉTRICO E MAGNÉTICO)

Confira o anúncio oficial dos resultados do 3º Concurso Para Aquisição de Dados Sísmicos realizado pelo Instituto Nacional de Petróleo (INP) Consulte o anúncio oficial dos resultados no link abaixo.
MAPUTO-15-12-2025 – COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL MOÇAMBIQUE E JAPÃO : TÉCNICOS REGRESSAM DO JAPÃO COM VISÃO INOVADORA SOBRE A INDÚSTRIA PETROLÍFERA

Moçambique testemunha um avanço crucial na preparação do seu capital humano para a indústria de Gás Natural Liquefeito (GNL), com o regresso ao país no passado sábado (12) da delegação composta por 14 técnicos de diversas instituições públicas, após a conclusão de uma formação especializada em Gás Natural Liquefeito (GNL) em Tóquio, Japão. A delegação integrou quadros do Tribunal Administrativo, dos Ministérios da Economia e das Finanças, da Autoridade Tributária, da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, E.P (ENH) e do Instituto Nacional de Petróleo (INP). A iniciativa enquadra-se no programa de cooperação bilateral, resultado de um Memorando de Entendimento entre a Japan Organization for Metals and Energy Security (JOGMEC), o INP e a ENH. O foco é a capacitação para gerir de forma eficiente e sustentável os vastos recursos do país. Um dos pontos altos da formação foi a interação com grandes operadores da indústria nipónica, conforme sublinhou Neltone Foquiço, técnico do Instituto Nacional de Petróleo (INP), no discurso de encerramento. Segundo o representante da delegação, a partilha de experiências e o know-how da Mitsui Corporation, da JGC e da Tokyo Gas contribuíram de forma decisiva para o reforço das capacidades técnicas dos participantes. O interesse mútuo de Moçambique e do Japão no aprofundamento da cooperação bilateral no sector de petróleo e gás foi igualmente destacado por Neltone Foquiço, que sublinhou o apoio institucional de alto nível. “A presença do Embaixador de Moçambique no Japão, Alberto Paulo, reafirma o compromisso do Governo em apoiar esta cooperação e em promover uma visão partilhada de progresso energético”, afirmou. PCA do INP Elogia Resultados e Aplicação Prática A relevância da formação para o futuro do sector foi reforçada pela liderança do INP. “É gratificante perceber que os integrantes da presente edição da formação JOGMEC tiraram máximo partido desta oportunidade ” afirmou o PCA do INP. Nazário Bangalane referiu que é importante que todos os beneficiados valorizem os conhecimentos, fazendo uma aplicação efectiva e sistémica das técnicas nos diferentes sectores de actividades. Os formandos regressam ao país munidos de uma visão global e inovadora sobre a indústria. Para Luísa Nhanisse, a experiência foi transformadora, sublinhando tratar-se de uma das mais relevantes oportunidades de capacitação já realizadas, com impacto directo na melhoria das metodologias de trabalho e na adopção de padrões internacionais de excelência. No mesmo sentido, Adérito Matevele, da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), e Miguel Chamba, do Tribunal Administrativo, destacaram o valor da imersão técnica proporcionada pela formação. Segundo Matevele, o programa permitiu um aprofundamento dos aspectos técnicos e contratuais do sector de petróleo e gás a nível internacional, elemento essencial para reforçar a transparência e maximizar o retorno dos recursos nacionais. Miguel Chamba, por sua vez, salientou a relevância do conhecimento adquirido sobre a arquitectura de grandes contratos de GNL, determinante para o exercício eficaz das funções de fiscalização e controlo da legalidade fiscal e tributária. Esta formação representa um contributo significativo para o fortalecimento institucional, ao dotar as entidades envolvidas de competências actualizadas e estratégicas, fundamentais para o desenvolvimento sustentável dos projectos de Gás Natural Liquefeito (GNL) em Moçambique. Recorde-se que a formação, integra o programa de cooperação bilateral para a capacitação de quadros moçambicanos no sector de petróleo e gás, visando a gestão eficiente dos megaprojectos de GNL no país. O curso cobriu desde o desenvolvimento de recursos upstream até às tecnologias de liquefacção e gestão de projectos. De referir que, no âmbito do Memorando assinado, iniciativas similares irão repetir-se nos próximos anos.
22-09-2025 | 10º CONSELHO COORDENADOR DO MIREME ARRANCA COM FOCO EM REFORMAS E PROJECTOS ESTRUTURANTES

O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, abriu, esta Segunda-feira, o 10º Conselho Coordenador do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), realizado sob o lema “Promovendo o Acesso e Uso Local dos Recursos Minerais e Energéticos, Rumo ao Desenvolvimento Integrado de Moçambique”. Durante dois dias, membros do Governo, técnicos do sector e parceiros analisam os principais desafios e avanços na área de mineração, combustíveis, gás natural e energia, alinhados ao Plano Quinquenal do Governo 2025-2029. “Este Conselho deve ser um espaço de reflexão franca e definição de caminhos concretos para respondermos às expectativas do nosso povo. Só com disciplina, transparência e compromisso colectivo poderemos transformar os nossos recursos em riqueza para todos os moçambicanos”, afirmou o Ministro Pale. Na sua intervenção, o Ministro Pale destacou avanços no licenciamento mineiro, com a emissão de 1.858 títulos em 2024, representando 69% dos pedidos pendentes. Foram ainda identificadas dívidas fiscais de 2,15 mil milhões de Meticais, das quais já foram arrecadados 301,3 milhões. No âmbito do Programa Energia para Todos, o Ministro anunciou que, só no primeiro semestre de 2025, foram realizadas 264.321 novas ligações eléctricas, elevando a taxa de acesso à energia para 64%, rumo à meta da universalização até 2030. Na área do gás natural, Pale mencionou a aprovação do Projecto Coral Norte FLNG, em Abril do corrente ano, que vai produzir e liquefazer gás natural a partir de uma plataforma flutuante e gerar 23 mil milhões de dólares norte americanos de receitas para o Estado. Trata-se de uma réplica do modelo Coral Sul FLNG, que está em operação desde 2022, e já exportou 120 carregamentos de GNL e 17 de condensado para o mercado internacional, gerando mais de 235 milhões de dólares em receitas para o Estado. Ainda no domínio de gás natural, o Ministro revelou que em Novembro próximo será inaugurada a Infraestrutura de Processamento de Hidrocarbonetos em Inhassoro, operado pela petrolífera sul africana Sasol, que permitirá produzir gás natural, petróleo leve e GPL, também conhecido como gás de cozinha, no âmbito do PSA, que vai reforçar a disponibilidade deste recurso energético no mercado doméstico. “Estamos a preparar Moçambique para ser não apenas um produtor, mas também um fiscalizador firme e um participante activo nos grandes projectos energéticos”, frisou Pale. À margem da reunião, o Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo (INP), Nazário Bangalane, sublinhou que os resultados alcançados confirmam o compromisso do regulador em assegurar transparência, rigor e maximização dos ganhos para o país. “O INP tem estado a reforçar a fiscalização, o controlo de custos recuperáveis e a medição da produção. O nosso foco é garantir que os recursos beneficiem directamente os moçambicanos, em particular as comunidades locais”, destacou o PCA. O encontro debate ainda a revisão das Leis de Minas, Petróleos e Conteúdo Local, bem como a regulamentação da Lei da Electricidade, reformas consideradas essenciais para a industrialização, criação de empregos e justiça na distribuição dos benefícios dos recursos naturais. Para mais informações, queira, por favor contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar a nossas páginas www.inp.gov.mz, facebook e LinkedIn, para estar a par desta e outras matérias de destaque.
29-07-2025 | SADC-INP APONTA O GÁS NATURAL COMO MOTOR DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E DESENVOLVIMENTO NA REGIÃO

O Instituto Nacional de Petróleo (INP), em representação do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), participou esta Terça-feira na sessão plenária do seminário regional “Liderança Parlamentar: Transição Energética e Economia do Petróleo e Gás na SADC”, que decorre em Maputo, de hoje até ao dia a 31 de Julho corrente. No painel intitulado “Experiências dos Países: Receitas de Combustíveis Fósseis e a Transição para Energias Renováveis”, o INP partilhou a abordagem estratégica de Moçambique sobre a utilização do gás natural como energia de transição e motor do desenvolvimento económico. A intervenção do Presidente do Conselho de Administração do INP, Eng.º Nazário Bangalane, destacou os ganhos já alcançados no sector e a relevância do recurso na construção de uma matriz energética equilibrada, inclusiva e sustentável. “Moçambique está a posicionar o gás natural não apenas como uma commodity estratégica de exportação, mas como um pilar estruturante do nosso modelo de desenvolvimento. Este recurso permite gerar energia mais limpa, receitas, estimular a industrialização e assegurar uma transição energética justa, faseada e financeiramente viável. E por apresentar menor intensidade de carbono, comparativamente a outros combustíveis fósseis, o gás natural, constitui uma componente-chave na Estratégia de Transição Energética, aprovada em 2023”, afirmou Bangalane. O PCA referiu-se ainda ao potencial de hidrocarbonetos de Moçambique, estimado em 180 triliões de pés cúbicos (TCF) de gás natural, parte do qual já é produzido, destacando o projecto Coral Sul FLNG, localizado na Área 4 da Bacia do Rovuma, que já realizou 126 carregamentos de gás natural liquefeito até Junho último. Este projecto, o primeiro FLNG (Floating Liquefied Natural Gas) em águas ultra-profundas em operação no mundo, posiciona Moçambique como um dos principais exportadores globais de gás natural e contribui significativamente para a segurança energética mundial. “As receitas fiscais, as infraestruturas desenvolvidas e a transferência de conhecimento técnico proporcionadas pelos projectos de gás natural devem ser inteligentemente mobilizadas para diversificar a nossa matriz energética e assegurar benefícios tangíveis para as gerações presentes e futuras. Por isso, o INP continuará a assegurar uma regulação técnica e rigorosa, alinhada com as melhores práticas internacionais e os compromissos ambientais assumidos pelo país”, concluiu o PCA, Nazário Bangalane. Organizado pela Assembleia da República, em parceria com o Fórum Parlamentar da SADC (SADC PF), a Southern Africa Resource Watch (SARW) e o Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), o evento reúne parlamentares da região, especialistas em energia, sociedade civil e entidades governamentais, com o propósito de reforçar o papel da liderança parlamentar nas políticas de transição energética e mudanças climáticas. Para mais informações sobre esta e outras matérias, favor de contactar o Instituto Nacional de Petróleo.
INP DESTACA PAPEL ESTRATÉGICO DA ROMPCO NO DESENVOLVIMENTO DO GÁS NATURAL EM MOÇAMBIQUE

O Instituto Nacional de Petróleo (INP) enalteceu, esta quarta-feira, ( 04-06-2025) a contribuição determinante da ROMPCO (Republic of Mozambique Pipeline Investments Company) para o crescimento do sector do gás natural no país, durante o jantar de gala alusivo à celebração do 25.º aniversário da empresa, acto antecedido pela cerimónia de inauguração do seu novo escritório em Maputo. Intervindo no evento, o Presidente do Conselho de Administração do INP, Nazário Bangalane, sublinhou que a ROMPCO tem sido “um parceiro estratégico na implementação da visão nacional de transformar os recursos naturais em motores de desenvolvimento sustentável”. A empresa, que resulta de uma parceria entre o Governo de Moçambique, a Sasol e outras entidades do sector privado, gere o gasoduto Moçambique–Secunda (MSP), uma infraestrutura de 867 km que liga os campos de Pande e Temane, na província de Inhambane, à vizinha República da África do Sul. Este gasoduto foi construído na sequência do acordo assinado em Outubro de 2000 e tem sido determinante para o escoamento de gás natural e dinamização da economia moçambicana e sul-africana. “Este gasoduto representa não apenas uma infraestrutura de transporte de energia, mas também um símbolo de uma parceria público-privada bem-sucedida, com impacto directo na economia nacional e na região”, afirmou o PCA do INP. Com uma capacidade de transporte que evoluiu de 122 MGJ/ano para 212 MGJ/ano, graças à implementação de compressores e looplines, bem como a instalação de cinco pontos de toma no território nacional, a ROMPCO tem desempenhado um papel relevante no reforço do mercado doméstico de energia. Os pontos de interligação localizam-se em Funhalouro, Chókwè, Magude (dois) e Moamba. Durante a cerimónia, Bangalane reiterou o apelo à ROMPCO para que “alargue o seu contributo através de projectos com impacto directo nas comunidades locais, programas de capacitação de quadros nacionais e maior alinhamento com as metas de conteúdo local”. A abertura do novo Escritório em Maputo representa, segundo o INP, “um passo importante para consolidar a presença institucional da ROMPCO em Moçambique e aprofundar os laços de cooperação com os diversos actores do sector energético”. A ROMPCO é detida conjuntamente pelo Governo de Moçambique, através da CMG (40%), pela South African Gas Development Company iGas (40%), e pela petrolífera sul africana Sasol (20%). Desde a sua criação, a empresa tem contribuído para a integração dos mercados transfronteiriços e crescimento da distribuição de gás natural em Moçambique e África do Sul. Para mais informações, contacte o Instituto Nacional de Petróleo
20-05-25 | FACIM 2025 – INP REFORÇA PREPARATIVOS SOB COORDENAÇÃO DO MIREME

A Feira Internacional de Maputo (FACIM 2025) já mexe com várias sensibilidades a nível do sector de energia e de mineração no país e o Instituto Nacional de Petróleo (INP) está na linha da frente dos preparativos do sector de hidrocarbonetos para a edição jubileu da FACIM 2025, que assinala os 60 anos do maior certame comercial e de negócios do país. É neste contexto que no âmbito da coordenação, liderada pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), o INP participou, a 16 de Maio corrente, no encontro estratégico do sector, reunindo entidades públicas, privadas, subordinadas e tuteladas. O objetivo central é garantir uma presença sólida, alinhada e estratégica do sector na FACIM, que este ano decorre de 25 a 31 de Agosto, no recinto de Ricatla, no Distritto de Marracuene. António Manda, Secretário Permanente do MIREME, destacou a importância de uma participação exemplar por parte do sector extractivo e energético, sublinhando o contexto simbólico do evento, em que o Moçambique celebra 50 anos da independência nacional. Manda apelou à criatividade e inovação nas exposições, transformando os stands do pavilhão do MIREME em plataformas de promoção dos valores da unidade nacional, paz e patriotismo, com especial enfoque na juventude visitante. O INP, em coordenação com as demais instituições do sector, está a trabalhar para assegurar uma presença impactante, que evidencie os avanços do país na indústria de petróleo e gás, bem como as oportunidades de investimento em curso. A FACIM 2025 deverá reunir mais de 2000 expositores nacionais e internacionais, oriundos de mais de 20 países, reforçando o seu papel como plataforma privilegiada de negócios, promoção de investimentos e troca de experiências em sectores estratégicos como alimentos, bebidas, maquinaria, energia e mineração. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
05-05-25 | INP É PAINELISTA DA 11ª EDIÇÃO DO MMEC

O Instituto Nacional de Petróleo participa, esta semana, como orador de destaque na 11ª Edição da Conferência e Exposição de Mineração e Energia de Moçambique (MMEC 2025), um dos mais importantes fóruns regionais dedicados aos sectores extractivos. Sob chancela do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), a MMEC, reúne, na capital do país, decisores governamentais, representantes da indústria, empresários, peritos e críticos para discutir os mais recentes desenvolvimentos nos sectores da mineração, petróleo e gás, e identificar soluções para os desafios que se impõem, numa conjuntura marcada pelo anúncio de novos financiamentos e projectos de pesquisa e produção de gás natural. De acordo com o Presidente do INP, Nazário Bangalane, a participação do INP na presente edição, reforça o compromisso contínuo com a promoção e fiscalização do sector petrolífero, destacando o papel estratégico que o INP tem desempenhado ao longo dos últimos 20 anos na consolidação e crescimento da indústria. Serão igualmente apresentadas reflexões sobre o impacto dos novos instrumentos normativos do Conteúdo Local e na melhoria das condições sócio-económicas das comunidades impactadas pelos investimentos da indústria de petróleo e gás. O INP estará representado por uma delegação de alto nível, que vai intervir em sessões temáticas, nomeadamente, a mesa redonda de especialistas internacionais trazendo uma abordagem comparada sobre aspectos legais de petróleo, gás, mineração e energia, a sessão sobre o ponto crítico da pesquisa a montante, cujo o debate vai centrar nas estratégias para atrair o investimento global e expandir o sector de pesquisa e produção de hidrocarbonetos em Moçambique, e, por último, o painel focado em políticas sustentáveis de conteúdo local, industrialização do país e cadeia de valor em Moçambique. Sob o lema, “Investir Numa Nova Era: Transformar os Recursos Naturais de Moçambique para Impulsionar a Industrialização e a Integração Regional, esta conferência decorre no Centro de Conferências Joaquim Chissano nos dias 7 e 8 de Maio, prevendo-se a participação de mais de 600 delegados, entre nacionais e internacionais, incluindo mais de 70 oradores de diferentes áreas, distribuídos por 10 sessões especializadas. A MMEC constitui uma plataforma para a troca de conhecimentos e transferência de tecnologia para a cadeia de valor da mineração e energia moçambicana. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.
05-04-25 | CORAL SUL FLNG ATINGE MARCO HISTÓRICO NA ÁREA 4

A plataforma flutuante de gás natural liquefeito, Coral Sul FLNG, operada pela italiana Eni, atingiu um grande marco na produção e exportação de GNL hoje. Em causa está a marca dos 100 carregamentos de GNL a partir da Plataforma flutuante. A unidade fabril, ancorada em águas ultra-profundas ao largo de Cabo Delgado, vem exportando GNL numa base semanal, desde Novembro de 2022. Com o carregamento que se efectuou no fim do dia de hoje, o projecto alcança um dos seus objectivos operacionais que passava por produzir e liquefazer gás natural com óptimos níveis de segurança, fornecendo uma alternativa fiável e mais limpa de energia ao mundo, a partir de Moçambique. O sucesso da Plataforma Coral Sul FLNG consubstancia-se não somente pela entrega de um recurso nacional, gás natural liquefeito, em carregamentos regulares à Ásia, mas também pela participação efectiva de moçambicanos na cadeia deste mega-projecto, contribuindo de forma concreta para uma transição energética segura, economicamente mais equilibrada e inclusiva para Moçambique e para o mundo no geral, num contexto global de transição energética, afirmou Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo (INP), reagindo ao marco anunciado pelo consorcio da Área 4. Por outro lado, este marco, atesta a qualidade do gás de moçambique e o potencial energético ainda existente, para assistir as necessidades de um mundo ainda sedento de energia limpa, concluiu Bangalane. Este marco surge num momento em que a concessionária e parceiros já trabalham no sentido de encontrar alternativas mais adequadas de expansão do projecto para incrementar os níveis de recuperação de gás na área 4. Refira-se, o empreendimento Coral Sul FLNG é operado pela Eni em representação da Mozambique Rovuma Venture (MRV), um consórcio que inclui a ExxonMobil e a China National Petroleum Corporation (CNPC), que detém 70% de participação. Os restantes 30% estão distribuídos igualmente entre a ENH, a Galp e a sul-coreana Kogas, cada uma com 10%. Para mais informações, queira, por favor, contactar o Instituto Nacional de Petróleo, sito na Rua dos Desportistas Nº.259, cidade de Maputo, pelos números 21248300 ou 839511000. Pode ainda escrever para o e-mail comunicacao@inp.gov.mz e visitar as nossas páginas de facebook e LinkedIn para estar a par desta e outras matérias de destaque.

